Vivemos tempos extraordinários. A pandemia de COVID-19 está a mudar radicalmente as nossas vidas. Desde a forma como nos relacionamos com os outros à forma como trabalhamos, desde a forma como consumimos à nossa vivência em comunidade. Os desafios que enfrentamos exigem responsabilidade individual e coletiva. E do nosso comportamento dependem vidas.

A Comissão Europeia vive este momento com grande preocupação e está determinada a utilizar todos os instrumentos políticos à sua disposição para ajudar a proteger os cidadãos e mitigar as consequências da pandemia. A cada dia que passa, novas medidas são tomadas. As nossas prioridades são garantir que os sistemas de saúde dispõem de tudo o que necessitam, que as empresas têm liquidez suficiente e que os trabalhadores mantêm empregos e rendimento. São medidas de emergência que foram tomadas em tempo recorde, o que prova que as instituições europeias têm agilidade e flexibilidade suficientes para dar resposta às crises.

Mas nós sabemos que a Comissão Europeia não tem competências para gerir crises de saúde nem para adotar as medidas orçamentais de apoio direto à economia e ao trabalho. São os países que têm de agir em primeira linha.

A presidente da Comissão tem apelado de forma incessante para que os Estados-Membros utilizem toda a sua criatividade e solidariedade para dar resposta a esta crise. Tempos difíceis requerem respostas corajosas e inovadoras.

Se houver vontade política, os Estados-Membros, agindo de forma conjunta, têm os meios para lançar um plano de recuperação robusto para a retoma da economia europeia. A Europa é uma economia forte com uma moeda forte e centro reconhecido de saber e inovação. É fundamental recuperar a dinâmica económica do mercado interno pois é dele que todas as economias europeias mais dependem.

Mas as crises também são oportunidades. Oportunidades para aprender, inovar e melhorar o projeto europeu. Não podemos deixar de agarrar esta oportunidade para refletir sobre o nosso futuro comum e traçar caminhos novos para este projeto de todos nós. E tem que ser uma reflexão não apenas das instituições europeias e dos políticos, tem que ser uma reflexão de todos os cidadãos, pois dela depende o nosso futuro. Volto ao que disse nos primeiro textos que escrevi quando cheguei à Representação da Comissão Europeia em Portugal: é bom não esquecer que a Europa somos nós! e agora adiciono também o seguinte: é bom também não esquecer que juntos somos mais fortes! 

Sofia Colares Alves, Chefe da Representação da Comissão Europeia em Portugal.

O Projeto Smart Rural 21 - Preparatory Action on Smart Rural Areas in the 21st Century, apoiado pela Direção-Geral para a Agricultura e Desenvolvimento Rural da Comissão Europeia (DG AGRI) e coordenado pelo Grupo E40 está a selecionar 17 aldeias e vilas da Europa, com vista ao desenho e testagem de estratégias de Smart Villages (Aldeias Inteligentes).

Estão nesta altura já selecionadas cinco aldeias e vilas na Irlanda, Finlândia, França, Grécia e República Checa. Estão abertas candidaturas para selecionar as 12 aldeias restantes. Os interessados têm até 5 de maio para submeter a sua candidatura, através do preenchimento do formulário disponível neste link.

Saiba mais aqui.

De acordo com um estudo publicado pela Comissão Europeia, as bebidas e os produtos agroalimentares cujos nomes são protegidos pela União Europeia como indicações geográficas representam um valor de vendas de 74 760 milhões de euros. Mais de um quinto deste montante resulta de exportações da União Europeia. As conclusões do estudo apontam para que o valor de venda de um produto cujo nome esteja protegido atinja, em média, o dobro do preço dos produtos similares sem certificação. Para saber mais, clique aqui.

A Comissão Europeia aprovou um regime português para apoiar o setor das pescas e da aquicultura no contexto da pandemia de coronavírus. O regime foi aprovado ao abrigo do Quadro Temporário adotado pela Comissão em 19 de março de 2020, alterado em 3 de abril de 2020. Para saber mais, clique aqui.

A Comissão Europeia e o alto representante apresentaram planos para uma resposta sólida e direcionada da UE destinada a apoiar os esforços dos países parceiros para combater a pandemia de coronavírus. A ação coletiva da UE centrar-se-á na resposta à crise sanitária imediata e nas consequentes necessidades humanitárias, no reforço dos sistemas de saúde, água e saneamento dos países parceiros e nas suas capacidades de investigação e preparação para lidar com a pandemia, bem como na atenuação do impacto socioeconómico. Para saber mais, clique aqui.

Sabia que o Espaço de Aprendizagem / Learning Corner é um site com muitos recursos didáticos relacionados com a União Europeia? Convidamos todos os alunos e professores que estão a trabalhar a partir de casa a visitarem este espaço. Vão ficar surpreendidos!

A Comissão Europeia desbloqueou mil milhões de euros do Fundo Europeu para Investimentos Estratégicos (FEIE) que servirão de garantia ao Fundo Europeu de Investimento (FEI) (parte do Grupo do Banco Europeu de Investimento). Este montante irá permitir ao FEI emitir garantias especiais para incentivar os bancos e outros mutuantes a fornecer liquidez a, pelo menos, 100 000 PME e pequenas empresas de média capitalização europeias afetadas pelo impacto económico da pandemia de coronavírus, correspondendo a um financiamento disponível estimado em 8 mil milhões de euros. Para saber mais, clique aqui.

A Comissão Europeia aprovou um regime português para apoiar o setor das pescas e da aquicultura no contexto da pandemia de coronavírus. O regime foi aprovado ao abrigo do Quadro Temporário adotado pela Comissão em 19 de março de 2020, alterado em 3 de abril de 2020. Para saber mais, clique aqui.